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  • Archive: setembro, 2008
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O Time dos Sonhos

By João Luís de Almeida Machado / 30/09/2008

Todo menino que se preze, na década de 1970 e 1980, jogava futebol de botão. Eu mesmo tinha uma mesa enorme, oficial, e vários times que utilizava em torneios regulares com os colegas da vizinhança. Meus preferidos, é claro, eram o Corinthians [meu time do coração] e a Seleção Brasileira. Mas, para ter graça mesmo, […]

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Sanduíche de Mortadela e Pastel de Bacalhau

By João Luís de Almeida Machado / 30/09/2008

Que delícia! Só de pensar nessas duas guloseimas servidas no Mercado Municipal de São Paulo já dá água na boca para quem teve o privilégio de degustá-los. São dois acepipes obrigatórios para quem visita a capital gastronômica do país, apesar da aparente simplicidade dos mesmos. Na realidade, já viraram referência para quem conhece e gosta […]

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Mundo 2.0 em Quatro Cores

By Rafael Reinehr / 29/09/2008

Nesta semana orgulhosamente damos as boas-vindas aos colunistas Tiago Andrade, que estréia a coluna Mundo Quadricolor, debulhando os quadrinhos na tela do seu Pensador Selvagem e também inicia conosco Paulo Colacino, que irá editar em Ecologia a coluna Mundo 2.0, abordando sociedade, sustentabilidade, responsabilidade individual e formas para mantermos uma vida mais harmônica e integrada […]

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A curta primavera da tartaruga

By Rafael Reinehr / 29/09/2008

Na semana passada, circulou em Porto Alegre uma engraçada metáfora. Talvez ela tenha surgido em hostes coloradas, mas contou com o apoio gremista. Dizia-se que o Grêmio era uma tartaruga em cima de um poste: ninguém sabia como tinha subido até lá, mas sabia-se que cairia… Ouvi a piada ser contada por muita gente, colorados […]

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On the road

By Rosane Cardoso: 200 anos de Poe / 29/09/2008

Os chamados escritores malditos são sempre uma pedra no sapato. Extemporâneos, incomodam quem vive no seu tempo. Contemporâneos – sempre – vivem incomodados por citações nem sempre interessantes sobre suas biografias que desavisados insistem em fazer mais importantes que suas obras. Armadilha inescapável. Talvez a maldição se situe justo no desejo de ser ficção.