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Mês: dezembro 2008

A língua do Papai Noel

O Natal já passou, Papai Noel já chegou e já se foi… Mas você reparou em que língua ele fala? Não? O bom velhinho, segundo uma das versões da lenda, vive num lugar específico onde há até mesmo um parque com a casa dele. Saiba onde é e que línguas são faladas por lá. Bom dia! Hoje já é dia de Ano-Novo, o Natal já passou e eu estou atrasado em uma semana, mas resolvi hoje falar um pouco sobre a língua falada pelo Papai Noel. Qual língua seria ela? Bom, em primeiro lugar, como se sabe, a figura do Papai Noel é baseada na figura de São Nicolau, um santo grego do início do Cristianismo, mas não é a essa figura que estou me referindo; estou falando da figura mítica do Papai Noel mesmo. A versão norte-americana do Papai Noel vive no pólo norte, mas a versão européia vive na Lapônia, uma região que engloba pasrtes da Finlândia, da Suécia, da Noruega e da Rússia. Na Lapônia finlandesa está a a Vila do Papai Noel, um parque de diversões que reproduz a casa do bom velhinho, juntamente com o escritório, o correio e outros anexos. Mas como estamos falando de língua e não de Natal, fica a pergunta: que língua se fala lá? Como o país é a Finlândia, vocês podem imaginar que lá se fala finlandês, não?...

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Nollaig chridheil agus Bliadhna mhath ùr!

Esssas palavras praticamente impronunciáveis para os leigos em gaêlico simplesmente significam Feliz Natal e Feliz Ano Novo… Para o Natal, Dublin foi iluminada do mesmo jeito em que vemos em muitas cidades. Mas, o que me chamou a atenção foram às diversas personificações de Papai Noel que pude encontrar pelas ruas da cidade. Um que dançava technotronic na Grafton Street e papais noeis pintados nas vitrines dos pubs com jeito de bêbado. Como se Papai Noel escolhesse a Irlanda para vir beber em companhia de seus elfos e da rena Rudolf. Mas, de acordo com a tradição Natal com gelo traz sorte para o ano inteiro. Os pedacinhos de gelo tão comuns nas ruas, que não sei se caíram do céu ou se são simplesmente vestígios de água. Os telhados das casas também devem estar branquinhos para a perfeição das expectativas. Porém, durante esses dias preparatórios apenas uma vez eu vi a cidade sob um manto de gelo. Quando levantei bem cedo para trabalhar e andei escorregando pela rua. A minha ceia de Natal foi uma mistura entre tradição irlandesa e húngara e quiçá eu saiba mais sobre a Hungria do que sobre a Irlanda quanto à festividade. Afinal eu moro com dois húngaros e eles me convidaram para o jantar. Assim, para os húngaros quem monta a árvore de Natal e traz os presentes é o pequeno menino...

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Educação Ecológica: a base que precisamos

2008 marcou a história como o ano onde as questões climáticas passaram a ser largamente debatidas e informadas pelos meios de comunicação. Assuntos conhecidos desde a ECO72 e esquecidos após a ECO92, voltaram à tona com a eminência de uma transformação mais radical e abrupta de nosso habitat: o planeta Terra. O que está em risco não é mais somente animais, plantas ou rios, mas sim todo e qualquer tipo de vida na terra, inclusive a nossa.   O papel dos meios de informação foi crucial para a massificação dos conhecimentos e a tomada de consciência global, porém acredito que precisamos ir além. Essas discussões precisam de uma vez por todas delinear todo o conteúdo educacional de nossas instituições de ensino, desde a pré-escola até a universidade. Formar massa crítica e fazer com que as crianças e adultos se situem frente a essas mudanças é uma tarefa extremamente necessária. Educadores e políticos precisam arregaçar suas mangas nessa tarefa, mas é claro que nosso papel não é de menor importância. Seja qual for seu ofício e atuação na sociedade, você também pode ser um veículo de informação e educação para as pessoas que a cercam.   As questões são diversas. Logicamente nunca saberemos tudo, mas não podemos continuar nos contentando em não saber quase nada…   Quanto às escolas, precisamos aproximar o conhecimento das questões ecológicas, biológicas, econômicas e políticas...

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