O homo Zappiens e a Cultura da Convergência

Estou lendo e recomendo a todos os ótimos e referenciais "Cultura da Convergência", de Henry Jenkins e "Homo Zappiens – Educando na Era Digital", de Win Veen e Ben Vrakking. Para quem quer entender um pouco melhor o louco mundo em que vivemos, são leituras essenciais. Recentemente terminei e também acho que é leitura obrigatória o excelente livro de Nicholas Carr "A Grande Mudança – Reconectando o Mundo de Thomas Edison ao Google". TV nas horas vagas é sinônimo de diversão e relaxamento, por isso meus programas preferidos ultimamente têm sido a hilariante série americana "Two and a Half Men" [com Charlie Sheen] e o brasileiríssimo "CQC" comandado pelo sempre inteligente Marcelo Tas.

Cinco “cositas” que disputam o meu tempo

Cinco indicações de coisas que andam se esbarrando durante este novembro, mesmo com tantas coisas atrapalhando o usufruto delas com a tranquilidade que eu gostaria. Seguem as dicas de livro, álbum, filme, série e loucura de disputa de escrita. A maioria, clássicos já ao nascerem.

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Balaio de gato

Lendo: Guia Completo de Fotografia, da National Geographic; O Polvo e o Porto – A Cia. Docas de Santos (1888-1914), Cézar Honorato.

Vendo: Na telinha, CQC e Boston Legal (Justiça sem Limites). Em vídeo, apenas excelentes velharias: Veludo Azul (Blue Velvet, David Lynch, 1986); Coração Selvagem (Wild at Heart, David Lynch, 1990); Encurralado (Duel, Steven Spielber, 1971).

Ouvindo: Estandarte, novo CD do Skank, que em uma das faixas (qual o nome mesmo?) dá uma belíssima chupada em original de Ronnie Von safra 1968. Ouvindo também muitas velharias: Marvin Gaye, Mireille Mathieu, one hit wonders como o Fiction Factory (Feels like Heaven).

Fazendo: trabalhando mais do que gostaria, fotografando nos finais de semana, revisando a primeira parte d’"O Retorno de Saturno", romance que um dia pretendo terminar de escrever.

Uma vez caótico, sempre caótico…

Sou o primeiro a admitir: não primo pela coerência no que diz respeito às preferências. Mas, como alguém já disse, não se aprende a querer; no máximo aprimora-se o gosto. Portanto…

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