CONSIDERAÇÕES FINAIS E SUGESTÕES

A verdade é que todo esse discurso de “usar, estudar, modificar e distribuir”, “Seja livre, use Linux” pouco ou nada interessa ao usuário doméstico, ao usuário comum, aquele que só quer um sistema que funcione de forma fácil e eficiente e não quer, por não ter a mínima idéia de como fazer, alterá-lo e distribuí-lo. Enquanto os usuários mais fervorosos se digladiam sobre qual é a melhor distribuição e, algumas vezes, até ofendem os usuários Windows, o verdadeiro interessado, aquele que deveria ser o alvo de tais discussões, está satisfeito em sua casa utilizando o Windows, nem um pouco interessado em saber o que é uma licença ou um terminal.

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CONCLUSÕES

Ao analisar as respostas da pesquisa, não foi constatado nenhum padrão que pudesse mostrar de forma clara o que leva o usuário a migrar com menor ou maior grau de dificuldade. Casos como de usuários que possuem o mesmo nível de conhecimento em informática e em que alguns migrariam e outros não, por exemplo, sugerem que o perfil psicológico de cada indivíduo possui grande peso e influência na forma como ele irá aceitar a sistema e adaptar-se a ele.

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Uso de software livre nas empresas brasileiras

De acordo com pequisa realizada com mais de mil empresas de diferentes portes, setores e localização, entre os meses de novembro e dezembro de 2007, pela ISF , o Software Livre está presente em 73% das empresas com mais de mil funcionários, contra 31% das menores (até 99 funcionários).

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Porque usar GNU/Linux

Um dos pontos fortes do GNU/Linux, bem como do software livre em geral, é a economia, haja visto que seu uso não depende do pagamento de licenças; Pirataria é a violação dos direitos de criação, é cópia, venda ou distribuição de material sem o devido pagamento dos direitos autorais, de marca, propriedade intelectual ou industrial, e já é vista por muitos especialistas como o “crime do século XXI”.

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Instalando programas no Linux

Um dos mitos acerca do GNU/Linux é que a instalação de programas é difícil, ou de que não existem programas compatíveis para ele, o que não é verdade. Atualmente, existem gerenciadores de pacotes que fazem com que a instalação de programas seja muito fácil e, quanto aos substitutos para produtos Windows, há uma lista1 enorme deles que vem crescendo cada vez mais.

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Distribuições GNU/Linux

Como o GNU/Linux é livre, qualquer pessoa ou organização pode, comercialmente ou não, “fazer o seu próprio Linux”, escolhendo os aplicativos e funcionalidades que ele terá. A esses agrupamento de kernel, softwares e características dá-se o nome de distribuição (também chamada de “distro”). A maioria das distribuições é feita baseada em outra existente, como a brasileira Kurumin, por exemplo, baseada no Knoppix que, por sua vez é baseada no Debian. A GPL manda que, ao serem feitas modificações em algum software, deve-se mudar o seu nome para distingui-lo das outras versões, preservando assim a reputação do desenvolvedor original, o qual deve receber seus devidos créditos. Com as distribuições, acontece a mesma coisa.

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