Não é algo para amar…

 Ah, a ciência!

 Uma das mais antigas ferramentas criadas pelo homem, permite-nos entendermos a nós que somos natureza e, enfim, transformarmo-nos no que somos hoje. Se devemos à alguém o que somos hoje, é a nós mesmos e à nossa capacidade de inventá-la (a ciência).

 Mas nem todos pensam assim…
 
 A ciência é, para muitos, vista como uma destruidora da humanidade (humanidade que só existe por causa da ciência), cimentando florestas, transformando o colorido em cidades cinzentas e mortas. Essas pessoas se esquecem das cores que sabemos existir através do uso da ciência e que sem ela nunca reconheceríamos, esquecem dos mundos que podemos vislumbrar, ainda que com os olhos de máquinas e que nunca poderíamos fazer, se um dia tivéssemos desistido da ideia de questionar…
 
 Ciência é questionar para entender e é entendendo como funciona a natureza que podemos alcançar nossos objetivos com maior facilidade.
 
 Mas para outros não é o concreto o problema, mas sim o chamado positivismo, o agir como se só o observável valesse, apenas as leis quadradas como no papel significam e importam para alguma coisa. Para essas pessoas eu digo: se as leis do positivismo estiverem erradas, então a ciência às deixará de lado, como vem deixando.
 
 Não há o que fique , na verdadeira ciência, que não esteja se comprovando funcional até o momento. Se a ciência fosse uma ferramenta ineficiente, leitor, você não estaria lendo isso agora, pois foi com ela que criamos os computadores, a internet…
 
 Pessoas cometem erros, mesmo quando usando a ciência, mas se este erro tornar-se exposto, será revisado e o necessário para se concertar os problemas causados será feito, sem apego, sem ego.
 
 A ciência ou melhor, nós, usando a ciência, entendemos o ser humano como sendo parte da natureza, entendemos melhor a consequência de nossos atos, a responsabilidade de cada um, o potencial de superação da espécie como um todo! E quando digo nós, digo você também!!! A ciência é uma ferramenta humana, todos podem questionar, observar e entender a natureza e como chegar a um resultado, está intrínseco no significado da expressão “ser humano”.
 
 A ciência serve para entender o que funciona em certa situação. Mas e a política? E a religião? Quando elas nos dizem que temos poder e responsabilidade de zelar por toda criatura viva, por todo ser humano deste planeta, não importando o local de nascimento, crenças, opções subjetivas, afinal, trata-se de parte minha também!
 
 Sério. Como você pode ter certeza que a casca do abacate que colocarei na composteira hoje não tinha átomos que, um dia, passaram pelos seus olhos, tipo, sendo parte deles?
 
 Vale comentar que, a cada dois anos, praticamente toda célula do seu corpo deu lugar a uma outra, o que nos faz saber que, há dois anos atrás, em termos de matéria, nós éramos uma pessoa totalmente diferente de quem somos hoje, ou seja, não éramos nós…em termos de matéria…
 
 No colégio decoramos e repetimos incessantemente as mesmas coisas, isso não é ciência, é um estudo das tecnologias ou dos conhecimentos, o que, por sua vez, é o resultado da ciência, não ela própria.
 
 Ciência é questionar e descobrir para poder criar, criar esta tecnologia…
 
 No comércio, é usada para descobrir…descobrir como ferrar os outros e aumentar os lucros. Não é bela como a ciência humanizada, é feia e suja.
 
 A ciência dos cientistas de verdade (por não achar palavra melhor, talvez, a ciência dos humanos humanizados…), essa é bela! Podemos usá-la diariamente! Experimente, se quiser! Sem medo da matemática, descobrirás a diferença dela pro que a gente vê em aula. Ela é como um martelo: eu o pego quando preciso usar, não preciso mantê-lo na mão o tempo todo.
 
 Não é decorando fórmulas que se usa essa tecnologia que é a matemática e que nos serve de ferramenta. Aprenda a usar, as fórmulas ficam escritas em qualquer lugar e pode-se lê-las sempre que precisar.
 
 Quer uma dica? Comece pela física mecânica e geometria, estudo o mundo ao seu redor e veja como as coisas se relacionam no plano visível. É excitante!!! A química daquilo que comemos, bebemos e respiramos também pode ser interessante de se dar atenção.
 
 Trazer a ciência para nosso dia-a-dia nos torna mais humanos do que se pode imaginar, pois, hoje, ela nos mostra o que somos com mais exatidão e quão dentro da natureza nós estamos, nós somos natureza e, se isso não for motivo para amar ao próximo e proteger a todas as coisas, eu não sei mais o que é…
 
 Ciência não é algo para ser amado, mas usado com amor. Vida sim é algo para ser amada, não para se usar.

Leis e a importância da ação “individual”

  Em um artigo escrito por mim, nesta mesma coluna, sobre mudanças com base no lixo, surgiram algumas críticas e sugestões por parte de alguns dos leitores.

 Um amigo e companheiro de projeto sugeriu, por exemplo, atenção a legislação que envolve o assunto. Pois decidi ouví-lo e realizei uma pesquisa rápida.

 Achei um artigo na constituição sobre o meio amgiente. Detalhe para “Floresta Amazônica (…), são patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á na forma de lei, dentro das condições que assegurem o meio ambiente”. Será entendido, implicitamente, o motivo de ter destacado isso. Posso adiantar algo sobre política subjetiva e achismos.

 Existe também o projeto de lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, ela fala bastante sobre política, nação e até mesmo comércio…é, ela fala sobre resíduos sólidos também.

 E temos a minha preferida, a ISO 14.000! Uma bela máquina de fazer dinheiro e eliminar do mapa pequenas empresas através da corrupção comercial que é capaz de destruir qualquer coisa honesta que pessoas com bom senso humanitário e consciência tentam colocar pra funcionar num sistema falido que, simplesmente, não serve para bom senso humanitário e consciência…

 Então serei mais claro: Qual é o real retorno destas leias ao ambiente e a nós mesmos (qual a diferença, né?)?

 Quem normalmente cria as leis é quem tem poder político em uma nação ou um estado, etc e, como vemos aqui, aqui e aqui, na parte 4 com mais detalhes, a real função de um político no nosso sistema de interrelação vigente é manter a vantagem de um determinado grupo sobre os demais indivíduos da espécie. Ainda assim, algumas reivindicações ganham voz e certas leis são exigidas pelo senso comum de populações com mais esclarecimento e mesmo pelo próprio limite de exploração por parte de qem está no poder. Um bom exemplo disso são tais leis voltadas ao cuidado com o meio ambiente.

 Leitor, leis subjetivas, nesse caso, originadas da opinião de quem tenta equilibrar bom senso com competitividade no mercado, não seguem as regras de funcionamento da natureza!

 A legislação subjetiva (e vigente),  não serve para manter a saúde da natureza e, logo, a nossa, ela serve para massagear nosso ego. É como uma instituição a nível nacional estipular um limite aceitável de ingestão de gordura trans diário. Simplesmente não há dose segura, esta tolerância existe por puro interesse comercial! Imagine supor que um dos ingredientes mais usados na indústria alimentícia é puro veneno!

 A única lei válida, a única regra ou, se preferir, a única verdade que interessa à nossa saúde, seja física, mental ou social, é a da natureza…o cojunto delas (regras). É o saber como ela funciona que interessa, não o que alguém acha ou o que o mercado está disposto a tolerar e a ciência é o método que mais se aproxima dessa “verdade natural”, pois essa é sua função original.

 Mas aqui eu quero abrir espaço para outro assunto: a ação individual.

 Parece não ter ficado claro no artigo que mencionei lá no início deste, o significado da ação individual que quis expor.

 Nossa sociedade precisa se entender como uma coisa só e agir em conjunto, se quisermos aproveitar o potencial humano.

 Sim! Eu sei disso! Sei que “uma andorinha sozinha não faz verão”…

 A sociedade toda precisa mudar, mas quem é a sociedade?

 Somos nós! Você, leitor e eu! E mais toda gente que vive e talvez que viveu até hoje, pois sua história permanece a nos influenciar como um todo!

 Exigir uma lei ambiental ou o passe livre de “representantes políticos” não é efetivo quando causas muito mais destruticas estão em ação. Quando se entende que essas reivindicações são pouco mais, são mais, mas bem pouco mais que uma massagem no ego, uma disputa de egos, uma guerra que não tem mais sentido sustentar, guarda-se tempo, inteligência e outros recursos para conquistas e ações mais importantes: em vez de exigir passe livre, crie e compartilhe um próprio meio de transporte, seja criativo, efetivo, seja humano! Assuma sua parcela de responsabilidade pela sociedade que compartilhamos hoje e novas oportunidades surgirão, você as criará!

 Desde quando erguer cartazes que jogam sua responsabilidade para “representantes” que nada representam acaba com a fome de forma maios eficiente que unir esforços para construir uma horta comunitária no seu bairro, com seus vizinhos e alimentar moradores de rua?

 Movimentos como os DIY, OSE e Zeitgeist, e outros, vêm para nos mostrar que não há eles, que a política não vai assumir sua responsabilidade e não deveria mesmo, você deve, se quiser ser realmente útil.

 A sociedade humana é feita de humanos e todos devem agiar em conjunto para que a sociedade aja de forma síncrona, como uma coisa só, isso significa também, cada um! Por isso, se queres mesmo um mundo melhor, construa-o, ajude e busque ajuda. Alguns não dão a vez no trânsito? Você quer ser solidário e educado e dar a vez, não quer? Então faça! Não reclame do que os outros fazem! Seja exemplo, ajude, ensine, aprenda, compartilhe este novo espírito social que está crescendo com força total!

 Ei, nada de “as pessoas deveriam” daqui pra frente…estamos combinados?

 Um grande abraço aos amigos humanos!

O “segredo” por trás da compostagem

 Saudações, pessoal!
 
 Antes de começarmos, quero lembrá-los que, no artigo de estreia, vimos como é importante trazermos para o mundo real as mudanças que gostaríamos de ver sendo praticadas e vimos que é sobre isso que essa coluna trata: deixar de discursar sobre como a sociedade deveria agir, o “people should” (pessoas deveriam), como diz um amigo e agir assim de verdade.
 Isso pode ser representado, para citar um exemplo, por: “A minha composteira não salvará o meio ambiente. E, se nós todos fizermos composteiras?”. Bom, para isso, no mínimo, eu preciso fazer a minha. Servir de exemplo, afinal, aprendemos copiando entre outras formas.
 
 E, sim, isso é lição de criança, tipo as histórias que ouvimos na pré-escola.
 
 Nós praticamos???
 
 A maioria não. Afirmo com essa convicção porque, “Surpresa!”, se praticássemos, teria dado certo!
 
 O que está errado então? Como podemos fazer com que cada célula deste grande ser vivo (nós humanos em relação à Terra), faça sua parte? Bom, esse é um assunto para outro artigo. Nosso último já se dedicou ao pensamento, este vem com prática!
 
 Alguém aí falou de compostagem???
 
 Antes de detalhes técnicos e de estudar como isso nos interessa, veja só, essas são as composteiras aqui de casa. Dois baldes com terra e resíduos da minha alimentação, vedados e sem cheiro.
 
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 Ainda antes de continuarmos, vale trazer um trecho do que foi um post no meu blog sobre mudanças, um que envolvia justamente compostagem, assunto que virou este artigo aqui.
 
“(…)
 Então, por que mudar, por exemplo, nossa forma de viver? Digo, por que devemos mudar agora, pra ontem a bem dizer, nossa forma de ser?
 
 Parece-me óbvio: desigualdade social, assaltos, assassinatos, poluição e destruição dos próprios meios de vida, extinção precoce de espécies, proliferação de doenças das quais não deveríamos mais ser vítimas, acidentes de trânsito, trabalho forçado, esforço físico desnecessário, enfim…motivos não faltam para entender que a sociedade humana, os humanos enquanto espécie, precisam, se quiserem viver por mais alguns anos na Terra, mudar!
 
 Ok…mas por que eu ou você devemos mudar?
 
 Ora, a sociedade humana é feita de…
 
 Prêmio para a garotinha de óculos e cabelo com rabo de cavalo! O que ela respondeu com sua euforia científica?
 
 Humanos!!!
(…)”
 
 Amigos, nós precisamos mudar nossa rotina. Vivemos o que Juliano Moreira chamou, em Sua vida é uma porcaria e a culpa é minha, de Esquizofrenia Social e, devo adicionar, como um sintoma, o que há algum tempo eu chamava de doença, chamava de Patologia Revolucionária.
 
 A Patologia revolucionária constituía-se, principalmente, de duas características: A Zona de Conforto (mais tarde chamada Matrix Social) e a Privação da Criatividade.
 
 À privação da criatividade daremos atenção outrora.
 
 A Matrix Social, hoje vejo, é parte intrínseca da Esquizofrenia Social. O que, no meu trabalho, dedicava atenção a ativistas, por assim chamá-los, agora mostra-se presente em todos.
 Nós, todos nós, pensamos identificar o mundo por trás da Matrix, mas não o enxergamos de fato. Nós pensamos ter entendido a aulinha da pré-escola sobre meio ambiente. Nós não entendemos! Se tivéssemos entendido, teríamos ido além e identificado as falhas por trás do próprio conceito de lixo!!! Teríamos, no mínimo, começado a jogar lixo no lixo e não no chão…
 
 Eu sei, eu escrevo bastante, quase tanto quanto falo. Digo tanto, pois entendo a importância deste raciocínio. Trata-se de ser a mudança mais uma vez!
 
 O que essas teorias vêm nos dizer (além de outras coisas), é que, “curtir” uma imagem de reciclagem no Facebook não é mudar coisa alguma! A Matrix Social fala sobre reconhecer os símbolos verdes passando por trás de tudo o que vemos e usamos no dia a dia enquanto a Esquizofrenia Social nos mostra que vivemos em uma ilusão de realidade, acreditando que o mundo e nossa sociedade são o que são por que essa é a única possibilidade!
 
 Venho pedir-lhe com toda humildade que posso, agora.
 
 Abra os olhos.
 
 Enxergue o que está na sua volta e entenda: Se você continuar erguendo cartazes “CONTRA BELO MONTE”, “PROTEJAM OS ANIMAIS”, “RECICLE SEU LIXO” e jogando suas cascas de batata no lixo para aquele caminhão levar, você está sofrendo de uma doença séria que vai acabar matando à todos nós, tenha ela o nome que tiver.
 
 Não gostar da forma como o livre comércio lida com a vida dos consumidores e continuar comprando hambúrgueres no Mc…aliás…troquemos de exemplo, pois cabe aqui uma frase que li nos últimos dias: “Fighting for peace is like fucking for virginity”, em português, “Lutar pela paz é como transar pela virgindade”.
 
 Meio ambiente é mesmo uma preocupação pra ti? Sua alimentação também pede por sua atenção?
 
 Ok, eu tenho uma dica: escolha um recipiente de alguns litros (bons litros), coloque uns quinze centímetros de terra e comece a jogar lá todo o lixo vegetal (para começar) que sua casa produza. Mexa vez que outra e dê um tempo para a natureza que, em algumas semanas (ou meses), você terá uma ótima fonte de nutrientes para alimentar vegetais plantados em seu próprio jardim ou, pra quem não tem jardim, agricultura vertical serve.
 
 A compostagem é um mecanismo usado para controlar a decomposição de nossos resíduos, transformando-os em adubo natural através do uso de bactérias anaeróbicas e mesmo de minhocas! O resultado, além de terra boa, é o que chamamos de húmus, um líquido que pode ser “regado” às plantas, de forma que elas se tornem mais fortes, resistentes, nutridas. Além de tudo isso, eu, sozinho, tiro um quilo de lixo de algum aterro sanitário em, atualmente, umas duas semanas ou mais (antigamente uma semana juntava tudo isso). Somando à seleção de lixo reciclável, eu praticamente não entrego nada para os carinhas do caminhão.
 
 Isso, permitam-me falar das próprias ações só hoje, é ser a mudança! Se eu quero menos lixo num aterro sanitário, eu não mando lixo pro aterro sanitário, eu uso uma técnica simples para tratá-lo em casa e adquirir autonomia na produção de bons vegetais como consequência!
 
 Meios eficazes de compostagem existem e aqui vão alguns links interessantes. Cabe a você encontrar o que melhor atende suas singularidades de discernimento.
 
 E, como não poderia faltar: Compostagem no Hou Stuff Works
 
 Não sabe o que é agricultura vertical? Links.
 
 
 Pode parecer chato vir aqui falar tanto sobre composteira e postar “manuais” em forma de link. Pensando nessa possível interpretação, cheguei a uma conclusão: não tenho testes que tragam algo de novo para a tecnologia (salvo descobrir que dá pra fazer um formicário com composteiras mal tampadas), logo, é uma questão de repetir conhecimento técnico, não há motivos para redigitar o que já foi digitado por tanta gente, pois esses guias já funcionam para seu propósito. O tipo de mensagem passado com o resto do texto é que parece não ter sido clara outras tantas vezes.
 
 Lembre-se: Ser a mudança que você quer ver no mundo não é uma medida paliativa ou uma história para crianças, é, simplesmente, a melhor estratégia que nós temos, quando realmente entendemos do que se trata.
 
Um forte abraço aos irmãos humanos!

Sorvete de Pistache

  Que tal rir um pouquinho antes do blablablá de primeiro artigo? (sim, é a tradicional “piada de início de palestra”).

Tirinha do primeiro artigo. Preconceitos

 Para ampliar a imagem (e o site todo), mantenha a tecla CTRL pressionada e pressione a tecla “+” ou role o scroll do mouse (bolinha).

 Bem…não é engraçado. Voltaremos nesse assunto em breve porque…

 (…) Esse é o primeiro artigo desta coluna e é educado da minha parte introduzir o tema e a minha pessoa aos leitores!

 Eu sou Cristian Menna, um ser que vocês têm total liberdade de investigar para entender, se quiserem e que mantém um funcionamento comum à natureza, muda constantemente.

 Vamos falar da coluna?

 Por que Terceira Dimensão?

 Ora, apesar de outras teorias existirem, o que se acredita, a maioria, é que o que chamamos de realidade acontece na terceira dimensão, ou seja, a materialização de uma ideia é o que a torna real ou existente.

 E o que isso tem a ver com a coluna? Do que ela fala afinal?

 Bem…partindo do princípio de que, se quisermos continuar aqui por muito mais tempo, como espécie, precisamos mudar nossa forma de ser e de nos relacionarmos uns com os outros e com o restante da natureza, nesta coluna eu pretendo conversar com vocês sobre que costumes e paradigmas nós temos que mudar, no que transformá-los e, o principal, o materializar destas mudanças (trazer para a terceira dimensão).

 Para citar alguém (e ser mais considerado): É o “Seja a mudança que você quer ver no mundo” de Mahatma Gandhi.

 É em torno dela que gira esta coluna, sempre, sempre e mais um sempre.

 “Não à corrupção”, algumas pessoas gritam. Comece por não ser corrupto, desonesto, “espertinho”.

 “Não às guerras”, outros tanto falam. Comece por evitar confrontos no trabalho, em casa, no futebol.

 Parar de alimentar aquilo que nos incomoda é o primeiro passo da mudança.

 E por falar em ser a mudança…você olhou a “tirinha” postada no início deste artigo? Olhe, por favor. O que segue agora tem a ver com ela.

 A sutil metáfora por trás desta historinha faz referência…na verdade…a clara metáfora desta historinha faz referência ao preconceito em relação à homossexualidade.

 E se formos além?

 Essa historinha traz em si um conhecimento importante para o tema desta coluna.

 Nós falamos sobre o “ser a mudança”, certo?

 Pois então. Logo no começo da história o personagem começa com “Da boca pra fora…”. É uma expressão que nos faz entender que as pessoas discursam ser ou pensar uma coisa e agem de forma diferente, no caso, as pessoas costumam dizer que consideram comum e saudável que uma pessoa escolha uma fonte diferente de amor conjugal, o “faça o que quiser da vida”. E como as mesmas pessoas costumam agir? Condenam, discriminam e simplesmente negam tais opções de outrem.

 Pessoal, nós precisamos mudar para preservar a estadia humana neste planeta. Precisamos entender o que é ser humano, o que é evoluir como humano, o que é ser civilizado e precisamos sê-lo.

 Estar realmente preocupado e entender a responsabilidade que temos com a natureza que nos cerca e com as consequências de despejar lixo em qualquer lugar, por exemplo, materializa-se em CONSTRUIR UMA COMPOSTEIRA EM CASA E TRATAR DO PRÓPRIO LIXO! E diferente de erguer um cartaz de “respeite o meio ambiente”…é respeitá-lo, é amá-lo.

 Entenda como agir, aja de acordo e contribua para preservação da sua família e organização da sua casa, os seres vivos e a Terra.

 Ah, e lembre-se, algumas pessoas simplesmente preferem chocolate.