A web propaga a palavra que em papel se degrada; so, easy Leticia

Há uma briga boa em andamento em blogs do OPS! e além de suas fronteiras, acerca da liberdade de expressão na internet, a propósito de uma ação judicial movida por Leticia (sem acento) Wierzchowski contra Milton Ribeiro, a propósito de uma bem humorada crítica deste à obra literária daquela.

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Easy, Leticia, pois a palavra que em papel degrada a web propaga

Há uma briga boa em andamento em blogs do OPS! e além de suas fronteiras, acerca da liberdade de expressão na internet, a propósito de uma ação judicial movida por Leticia (sem acento) Wierzchowski contra Milton Ribeiro, depois de uma bem humorada crítica deste à obra literária daquela.

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Para Ler a Crítica Musical de Bernard Shaw – Segunda Parte

A segunda pate deste ensaio é dedicada ao exame da crítica musical de Bernard Shaw; de ressonâncias entre sua visão da cena musical vitoriana e aquela de Mikhail Bakhtin em relação à cultura cômica medieval; e, finalmente, de sua importância para compreensãoo do contextos musicais contemporâneos

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Para Ler a Crítica Musical de Bernard Shaw (ii)

A segunda parte deste ensaio é dedicada ao exame da crítica musical de Bernard Shaw; de ressonâncias entre sua visão da cena musical vitoriana e aquela de Mikhail Bakhtin em relação à cultura cômica medieval; e, finalmente, de sua importância para compreensãoo do contextos musicais contemporâneos

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Para Ler a Crítica Musical de Bernard Shaw (i)

O grande dramaturgo irlandês George Bernard Shaw (1856-1959), foi também, além de um dos maiores vultos da literatura de língua inglesa e importante ideólogo socialista, o melhor crítico musical de sua época, ao cobrir, numa prosa única, de olhar penetrante e acento espirituoso, a cena musical do contexto vitoriano.

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Para ler a Crítica Musical de Bernard Shaw – Primeira Parte

O grande dramaturgo irlandês George Bernard Shaw (1856-1959), foi também, além de um dos maiores vultos da literatura de língua inglesa e importante ideólogo socialista, o melhor crítico musical de sua época, ao cobrir, numa prosa única, de olhar penetrante e acento espirituoso, a cena musical do contexto vitoriano.

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Carl Nielsen – Concerto para Clarinete

"Nielsen libertou o som do clarinete – não só o aspecto selvagem, mas também um tipo especial, quase cruel, de poesia (…) uma força primordial, rude e telúrica, mesclada com uma suavidade ingênua, bem dinamarquesa…"

Este pequeno ensaio se propõe apresentar um guia de escuta para esta obra instigante; e, muito especialmente, estimular os leitores d’OPS a abandonarem o aconchego de seus lares e a frieza onanística de seus tocadores de CD, e virem conferir a obra ao vivo! Na próxima terça-feira, às 20:30, no (ainda) Teatro da OSPA.

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Clementinas das Américas

No Brasil tivemos Clementina de Jesus e tantas outras cantoras que partiram de uma fonte de inspiração acessível não somente em terras brasileiras: esta se disseminou também em outros países vizinhos da América do Sul, como o Peru, aonde Susana Baca, cantora compositora e pesquisadora desse país, é hoje a principal interlocutora de toda uma cultura afro-peruana, tão rica quanto a brasileira, para o mundo.

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