O extraordinariamente complexo comportamento de dizer “oi”

O comportamento humano é incrivelmente elaborado. Decidi ilustrar sua complexidade e descrever suas três forças determinantes por meio da análise da aparentemente simples ação de dizer “oi”. Desse modo, ficará claro as nuances que uma análise do comportamento completa deve considerar.

Continue reading “O extraordinariamente complexo comportamento de dizer “oi””

Psicoterapia infantil em contexto: quem é o cliente?

Por que muitas vezes os pais procuram terapia para seus filhos? Esse fato parece estar relacionado a uma maior aceitação dos trabalhos de psicologia em geral, pela divulgação de termos psicológicos no âmbito leigo e principalmente pelas dificuldades que inúmeras famílias têm encontrado em educar seus filhos em um ambiente tão distintos do qual foram educados.

Continue reading “Psicoterapia infantil em contexto: quem é o cliente?”

Suicídio: um fato escondido na vida de muitos

O tema dessa semana não é nada agradável, mas ainda assim importante de ser abordado. Com esse texto pretendo inaugurar uma fase em que vou relatar com um pouco mais de detalhes as aplicações da análise comportamental clínica. Falarei sobre a depressão, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno do pânico, problemas de casais, trabalhos com a psiquiatria, dentre outros. Mas sem mais delongas, vamos ao suicídio!

Continue reading “Suicídio: um fato escondido na vida de muitos”

Desejo e vontade: uma explicação científica

Um dos processos mais centrais do comportamento humano é o que chamamos de desejo, vontade ou motivação. Como uma Psicologia científica compreende um processo considerado tão subjetivo? Neste texto, vou tentar responder a esta pergunta (espero que a leitura dessas linhas seja tão prazerosa quanto foi escrevê-las).

Continue reading “Desejo e vontade: uma explicação científica”

Mas afinal, qual a diferença entre Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia Comportamental?

Uma primeira resposta desavisada: Diferente da terapia cognitivo-comportamental, a terapia comportamental não trabalha com os pensamentos do cliente. Um ponto em comum é que ambas são baseadas no behaviorismo radical. Certo? Hum… Clique logo no “Leia mais…” e descubra as novidades!

Continue reading “Mas afinal, qual a diferença entre Terapia Cognitivo-Comportamental e Terapia Comportamental?”

Desvendando o comportamento: do simples ao complexo (pt 2 – final)

No último texto expliquei uma unidade simples de análise do comportamento. Desta vez, vou avançar um pouco na complexidade, mostrando uma unidade de análise que ajuda a entender comportamentos mais elaborados, como raciocínio e capacidade de comparação.

Continue reading “Desvendando o comportamento: do simples ao complexo (pt 2 – final)”

Técnicas e Terapia Comportamental: passado e presente

psicoterapiaQual o papel das técnicas comportamentais tão enaltecidas pela psiquiatria clínica, pelas terapias cognitivo-comportamentais, e é claro, pela própria terapia comportamental. É fato que as pesquisas já provaram há muito sua efetividade em casos de Transtorno Obsessivo-Compulsivo, Fobias Específicas, Transtorno do Pânico, dentre outros. Mas como a moderna terapia comportamental hoje equaliza seu emprego na clínica?

Continue reading “Técnicas e Terapia Comportamental: passado e presente”

Terapia Comportamental muda a personalidade das pessoas?

Passando em uma banca de revistas vi uma revista de grande circulação que anuncia como matéria principal o tema da personalidade. Quanta bobagem! Eu ainda sou idealista e tendo a acreditar no tempo em que os brasileiros irão recorrer a especialistas da área quando desejarem aprender algo sobre determinada ciência. Como consumidor de informação técnico-científica, se eu desejar saber algo de física quântica, recorrerei a físicos, não a arquitetos ou repórteres. Portanto o tema da semana: a sacro-santa personalidade!

Continue reading “Terapia Comportamental muda a personalidade das pessoas?”

É normal ser “anormal”: o entendimento de doença mental de acordo com a Análise do Comportamento

Existe o normal e o "anormal" em se tratando de pessoas? Geralmente o portador de distúrbio mental é classificado como doente. Ao usar o clássico termo para descrever os transtornos mentais, o entendimento desta realidade é prejudicado.

Neste artigo o autor se propõe a discutir o conceito de normalidade e anormalidade de acordo com a perspectiva da Análise do Comportamento e mostra que o conceito de doença mental pode ser dispensado.

Continue reading “É normal ser “anormal”: o entendimento de doença mental de acordo com a Análise do Comportamento”