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Raimundo Neto

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Portas fechadas, e uma janela aberta. Pode chegar!

By Raimundo Neto / 21/10/2013

 (Trata-se de um pedido de desculpas vestido de agradecimento)     Nasci do avesso de um desejo, de uma reprimenda. Nunca soube esperar nada de bom que minha cabeça pudesse realizar. Aos quatro anos, aprendi a ler, sozinho. Aos oito, comecei a desenhar e roteirizar ridículas e curtas estórias de fantasia. As palavras eram soltas […]

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O amor finito e o começo brando das escolhas dignas.

By Raimundo Neto / 28/05/2012

Como se gosta tanto de alguém – quando o sol do amor recente queimava pra valer o que era menor e fraco – e hoje, quando o outro está decidido do novo amor, simplesmente não se sente mais nada? Como é possível superar tanta dor em tão pouco tempo sem o estranhamento de ter que […]

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Sobre amizades coaguladas e conceitos vencidos

By Raimundo Neto / 22/01/2012

Amizade é um bicho estranhamente necessário. Se correr, ela te pega. Se ficar, ela te preenche. Quem tem amigo sabe como pequenos momentos de partilha e gargalhadas sobre temas banais de mínimas resoluções são capazes de aplacar dores insuportáveis.   Sempre precisei de bons amigos que soubessem executar sua presença com competência. Eles vinham com […]

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A composição dos atos mínimos

By Raimundo Neto / 22/12/2011

A vida hoje exige pedaços cada vez maiores de cada um, de cada coisa (ato, pessoa e objeto). As declarações estão se tornando mais caras: declarações de amor, de bem querer, de desistir, de preferir amanhã o que não se pode ter agora, de permanecer ausente, de precisar de uma proximidade sufocante; declarações de Aniversário, […]

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As Raízes do Fim (Reflexões sobre A árvore da vida e Melancolia)

By Raimundo Neto / 06/12/2011

              [Impressões sobre “A Árvore da Vida” (Terrence Malick, EUA, 2011), “2001: Uma Odisséia no Espaço” (Stanley Kubrick, 1968) “Koyaanisqatsi”  (Godfrey Reggio, EUA, 1982), “Melancholia” (DIN/EUA, Lars von Trier, 2011.)] “Sempre houve inquietação dentro de mim. E sempre haverá.” Tree of Life, 2011       (Faça-se a luz.) […]

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Sob(re estupro) o Domínio do Medo*

By Raimundo Neto / 30/11/2011

Pintura: Estupro das Filhas de Leucipo por Peter Paul Rubens     (Trato de impressões. Sem cortes profundos nem muitos temperos. Responsabilidade adoça a vida. Enxergo, sim, a falta de cores em algumas práticas violentas, e deixo-me levar pelas impressões. É com empatia, imaginação, compreensão e bom senso que escrevo. Impossível evitar ter pretensão nas […]

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Fogo-fátuo

By Raimundo Neto / 08/11/2011

 As cebolas refogavam, nos giros da frigideira, e o frango empanado dançava gorduroso do centro para as beiradas. Passei a colher na manteiga, e derramei na mistura que fritava. Temperei tudo com minha solidão, e concentrei-me nos pedacinhos que douravam lambuzados. Subitamente resolvi queimar a mão também. E esqueci-me do juízo por poucos segundos. Shhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! […]

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A você que pediu para fazer parte da minha vida outra vez

By Raimundo Neto / 01/11/2011

 “Finalmente, algumas pessoas têm tanto medo de ser rejeitadas ou abandonadas que nem mesmo entrarão em um relacionamento: ‘Se não tenho vínculo, não sou rejeitado (…) Outra forma problemática de lidar com [abandonos imaginários] é não se envolver profundamente. Essa estratégia esquiva e distanciadora é geralmente inconsciente, mas de modo geral se reflete em pessoas […]

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Crônica do Vigésimo Nono Aniversário e meus recomeços

By Raimundo Neto / 13/10/2011

  “Mundo mundo vasto mundo,  se eu me chamasse Raimundo  Seria uma rima, não seria uma solução.  Mundo mundo vasto mundo  mais vasto é meu coração.” C.Drummond de Andrade         Não deixei para ter a vida nas mãos apenas agora. Não a vida toda, inteira, cheia de tudo aquilo que achamos que […]

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O caminho da solidão e os passos curtos do amor

By Raimundo Neto / 18/08/2011

 Reflexões a partir de Rilke (Cartas ao jovem poeta), Zigmunt Bauman (Amor Líquido) e Aaron Beck (Terapia Cognitiva).   “Por isso é tão importante estar sozinho e atento quando se está triste: porque o instante aparentemente parado sem nenhum acontecimento, no qual o nosso futuro entra em nós, está bem mais próximo da vida do […]

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