Posts na categoria ‘mulheres’

Cinemusas IX: Isabelle Adjani

Ela foi Adéle H., filha de poeta; foi Margot, rainha; foi Anna, bizarra amante possuída por um monstro devorador. Foi Lucy, a obsessão de um vampiro. Foi Camille Claudel, que pirou por amor. Polanski, Zulawski, Herzog e as câmeras concordavam: nunca houve uma mulher como ela, cuja assombrosamente bela morenice era um pormenor se comparada [...]

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Cinemusas VIII - Sophia Loren

Mais uma européia: italiana, que venceria - se uma contenda houvesse - musas como Ornella Muti, Silvana Mangano, Monica Vitti, Laura Antonelli, Gina Lollobrigida e Monica Bellucci - isso para citar apenas as conterrâneas, e em qualquer época. Sophia Loren, que, com Mastroianni, fez da comédia a narrativa sensual. Loren para De Sica, que a [...]

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Cinemusas VII - Raquel Welch

Consta que durante as filmagens de Myra Breckinridge, uma comédia sacana sobre transexualidade, a sempre cáustica Mae West teve um entrevero com Raquel Welch, então musa de alcance planetário, embora atriz de talento duvidoso. Welch, do alto de sua beleza e bafejando fúria, apontou o dedo para West: “Respeite-me porque sou uma atriz!”. Mae West, [...]

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Cinemusas VI - Brigitte Bardot

Deu Brigitte Bardot, na enquete. Então aí vai a musa francesa, que esteve no Brasil no início do ano de 1964, trazendo a tiracolo Bob Zagury, o brasileiro (na verdade nascido em Casablanca, no Marrocos) a quem escolheu como “noivo”, como eram chamados aqueles homens que faziam fuque-fuque sem o álibi matrimonial. Brigitte fez de [...]

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Cinemusa: a próxima (enquete)

Mais mulher: sempre um assunto em pauta. Escrevi sobre musas do cinema, uma visão pessoal, e dei um nome insosso à série: Cinemusas. Ava Gardner, Jane Birkin, Nastassja Kinski, Jacqueline Bisset, Romy Schneider, todas elas pairando neste blog como símbolos de uma época (não muito distante, naturalmente) em que as mulheres eram feitas de carne [...]

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Gullivera, de Manara

O irlandês Jonathan Swift dizia que a sátira é uma espécie de espelho que reflete todo o mundo, exceto os que se olham nele. É uma grande frase. Swift escreveu As Viagens de Gulliver, texto clássico em que satiriza a Inglaterra - e francesa também, por que não? - e sua aristocracia mesquinha, fútil e [...]

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