Porque hoje é sábado, Marilyn Monroe
Marilyn Monroe surpreendeu-se ao saber que nunca tinha participado do Porque Hoje é Sábado.
Pela primeira vez, pensou em suícidio, mas a janela era muito baixa e ela no máximo quebraria algumas rosas do jardim logo abaixo.
Falou com os irmãos Kennedy que lhe asseveraram não ser tão fácil intervir num blog. “Não é como em Cuba”, disse John; “Só o Sarney consegue”, asseverou Bob.
Então, deprimida, ela tomou muitos remédios para dormir.
E dormiu…
Dormiu muito… (aqui, de tão mal que se encontrava, vestia apenas uma gota de Chanel N° 5)
Muito mesmo…
Pensou novamente em atirar-se para a morte, desta vez de uma altura de resultados.
Mas acabou escolhendo procurar o autor do blog. Começou pelo bas-fonds.
Depois usou outras armas de sedução, perguntando “Do you know where blogger Milton lives?”, com vozinha de “Happy Birthday to you”.
Seduziu muitos homens… Mulheres também.
Andou por vários locais até encontrar o autor do blog numa…
… biblioteca. Concluiu que deveria então fazer um filme desses bem bons, de cinemateca, a fim de fazer aquele rato de livros vê-la.
Fez “Os Desajustados”, de John Huston com roteiro do maridão Arthur Miller.
E deu certo!
Marilyn Monroe (1926-1962). Esta mulher perdeu-se para a depressão.
Que humanidade burra, meu Deus!
Update: a contribuíção do Serbão para este post. A maior bandeira da história!
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=k4SLSlSmW74[/youtube]
















março 1st, 2008 às 0:36
Em Caicó, nunca ninguém a amou como eu a amei. Em noite de lua cheia, mergulhávamos no Poço de Santana, longe de todos e de tudo. Só nós dois. Enquanto a pequena cidade adormecia, sonhávamos co m as estrelas e as nuvens.
março 1st, 2008 às 1:49
FLOR DA TERRA ANIL
by Ramiro Conceição
A Caetano Veloso
Quando o Sol aparece em Roraima,
nosso Amor se enfeita de luz.
Quando a Lua caminha no Pampa,
cinco estrelas desenham uma cruz.
Mátria, nossa Mãe trigueira,
linda Flor da Terra Anil,
és nossa Alma verdadeira,
pois Tu és nosso Brasil.
PACÍFICO DESTINO
by Ramiro Conceição
A Fernando Pessoa
No imaginário Norte, brancos cabelos à sorte.
No imaginário Sul, silêncios brancos do azul.
Entre os pés e a cabeça, sonhos e florestas
de flores amarelas, vermelhas e azuis.
Entre Norte — Sul o admirável sucedeu:
conquistas, assassínios e o mistério
de Deus.
Entre o céu e a terra uma história nasceu:
aquela em que os deuses são filhos, seus.
Na Pérola Azul, uma lágrima divina
gira o Ocidente ao Oriente ao Ocidente
com dois corações castanhos em si:
aquele à direita é a África bendita,
violentada pela ganância branca e vil;
o indígena à esquerda ferido é o Brasil!
PRIMAVERA DO MUNDO
by Ramiro Conceição
Senhor,
eu não sou digno
de que entreis
em minha casa.
Então,
quando
da
Primavera
do Mundo,
levai
em
meu lugar
o Ipê Amarelo.
PS- O poema “Flor da Terra Anil” pode e deve ser cantado “literalmente” sob o “HINO À BANDEIRA” do BRASIL!
março 1st, 2008 às 3:57
MM, uma grande MULHER!
Imortal, tanto que continua fazendo HISTÓRIAS …
òtima postagem do MITO SUPREMO.
Bom fim de semana. Eu meu, depois da BB aqui, será!
Forte abraço
março 1st, 2008 às 10:25
Eduardo e Moacy.
Devia ter uns dez anos quando vi na TV “Quanto Mais Quente Melhor”. Era a primeira vez que me deparava com Marilyn. Foi inesquecível. Talvez tenha sido também a primeira vez que tentei mexer com meus hormônios, baseado na emoção “estética” de ver mulher tão bela.
Acho Ava Gardner, Ingrid Bergman e Julie Christie ainda mais bonitas, mas minha primeira vez com Marilyn foi mais marcante.
Abraços.
março 1st, 2008 às 16:10
Milton, sugiro incluir este vídeo no post…
http://www.youtube.com/watch?v=k4SLSlSmW74
é a maior ‘bandeira’ da História… dá pra sacar que ela estava dormindo com o JFK…
março 1st, 2008 às 17:45
gosto dela vestida. Parabéns pelas fotos. ahahaha
março 1st, 2008 às 18:19
MM é imortal. Agora, aquela história de ela te encontrar numa biblioteca, ô Milton, eu não sabia. Embora desconfiasse um pouco de sua dedicação a bibliotecas… hehehe Tá explicado!
março 1st, 2008 às 22:29
Também concordo com você, Milton: a beleza de Ava Gardner, sobretudo, é insuperável. Até hoje. Abraços.
março 4th, 2008 às 2:55
Oh Milton! Oh! Milton
Muito obrigada.
Esses últimos dias estou sem palavras. De tanta felicidades.
Quer dizer, eu não sei se sabes que a Marilyn, um ser especialíssimo, é o meu ícone cinematográfico, social e antropológico, por execelência.
Obrigada.
Meg
junho 18th, 2008 às 0:04
AVA ERA TUDO,O COMEÇO,O MEIO E O FIM!
LINDA!!!!