All posts in "Navegando no Cotidiano"
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Mulher Celta ou Mulher Ficção?

By Luciana Santa Rita / 06/03/2013

Diz um texto desconhecido e que tenho dúvida quanto a sua veracidade, denominado Código de Honra da Mulher Celta: “(…) Jamais permitas que o teu coração sofra em nome do amor. Amar é um ato de felicidade, por quê sofrer? Jamais permitas que teus olhos derramem lágrimas por alguém que nunca te fará sorrir. (…) […]

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O inesperado que chega sem convite

By Luciana Santa Rita / 20/02/2013

“[…]O inesperado surpreende-nos. É que nos instalamos de maneira segura em nossas teorias e ideias, e estas não têm estrutura para acolher o novo. Entretanto, o novo brota sem parar. Não podemos jamais prever como se apresentará, mas deve-se esperar sua chegada, ou seja, esperar o inesperado.E quando o inesperado se manifesta, é preciso ser […]

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A ferrari e as expectativas inventadas

By Luciana Santa Rita / 22/01/2013

“Nada humano é verdadeiramente incondicional, eterno e completamente bom. Essa é uma forma de amor que só Deus pode ter. Esse entendimento gera expectativas altas, que relacionamentos cotidianos não são capazes de suprir”. (Simon May, professor do King’s College, em entrevista em 08/01/13 para Folha de São Paulo) Na área de negócios, existe um termo […]

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Onde vivem os monstros contemporâneos?

By Luciana Santa Rita / 26/12/2012

“Me alimente mulher! Desça daí Max, não me envergonhe, saí já daí, agora! Grraaauuurrr! Vou te devorar…Ah! Você me mordeu! Está descontrolado! Não… Não é minha culpa (…)” (Trecho em que Max veste a sua fantasia de lobo no quarto e sai uivando junto a sua mãe no filme “Onde vivem os monstros”). Fazer uma […]

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As paredes imaginárias do labirinto

By Luciana Santa Rita / 18/12/2012

“Oh, rei do tempo e substância e símbolo do século, na Babilônia quiseste-me perder num labirinto de bronze com muitas escadas, portas e muros; agora o Poderoso (Alá) achou por bem que eu te mostre o meu (labirinto), onde não há escadas a subir, nem portas a forçar, nem cansativas galerias a percorrer, nem muros […]

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Desconstruindo verdades

By Luciana Santa Rita / 12/12/2012

“Dentro de mim, existem dois lobos: O lobo do ódio e o lobo do amor. Ambos disputam o poder sobre mim. E quando me perguntam qual lobo é vencedor, respondo: O que eu alimento” (Provérbio Indígena) No final de semana assisti ao filme “Holy Motors” que apresenta os contínuos adjetivos e estereótipos atribuídos à interface […]

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O passado que a vida traz

By Luciana Santa Rita / 05/12/2012

“Queria endurecer o coração, eliminar o passado, fazer com ele o que faço quando emendo um período — riscar, engrossar os riscos e transformá-los em borrões, suprimir todas as letras, não deixar vestígio de ideias obliteradas”. (Graciliano Ramos) Em um final de novembro, num piscar de olhos, lutando contra a dualidade do amanhã, ele chega […]

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Homem, Mulher Girafa ou Mulher Satélite?

By Luciana Santa Rita / 27/11/2012

“Entre um homem e uma mulher não é possível haver amizade. É possível haver paixão, hostilidade, veneração, amor, mas amizade, não.”  (Oscar Wilde) O homem precisava de uma mulher indubitável para o ofício do amor. Havia a necessidade de distinguimos o macho da fêmea. No período, os princípios religiosos e éticos determinavam que a presença […]

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O fim é dono da liberdade e dos protocolos

By Luciana Santa Rita / 20/11/2012

“Fazemos seguro de tanta coisa… do carro, da casa, de vida, mas não nos preparamos para os últimos anos de nossas vidas.” (Jeanne no filme francês “E se vivêssemos todos juntos?”, dirigido por Stéphane Robelin) Mais do que uma obra de caráter intimista, essa frase expressa não só o ciclo da vida ou alguém atormentado […]

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