| Mudar o mundo começa com mudarmos a nós mesmos |
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| Ecologia - Mundo 2.0 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Por Paulo Ricardo Colacino e Lício | ||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 28 de setembro de 2008 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Assim como a Internet sofreu uma evolução qualitativa e chegou a Web 2.0, o mundo atual também precisa de transformações. Essa mudança acontecerá gradualmente em todos os campos do conhecimento e atividade humana, sendo que nós, humanos, somos o ponto chave. A evolução tecnológica pela qual passamos nos últimos 25 anos não tem precedentes na histórica humana, pelo menos é o que dizem nossos historiadores. Temos hoje tecnologias de ponta para explorar águas profundas (o famoso pré-sal) assim como enviar sondas para planetas distantes como Marte. Ainda que esses avanços tenham trazido benefícios para a vida humana, vivemos hoje os mesmos problemas de séculos atrás: desigualdades sociais, miséria, fome, guerras e conflito étnicos, aumento populacional descontrolado, destruição de recursos ambientais, entre outros. Fica claro que a evolução humana e seus desdobramentos sociais, políticos, religioso, não tem acompanhado a mesma velocidade da evolução tecnológica. Seria essa evolução tecnológica, o ópio que nos faz perdermos nosso foco naquilo que deveríamos realmente nos concentrar, isto é, a evolução humana?
Semanalmente pretendo propor reflexões e ações possíveis para promovermos as mudanças qualitativas necessárias para construirmos um novo mundo, um Mundo 2.0, uma nova versão de tudo o que conhecemos. Vou propor tarefas (sim tarefas!), pois nós somos os grandes agentes das mudanças que podemos (e devemos?!) iniciar para que esse novo mundo se concretize. Existe boas idéias e bons conceitos surgindo por todo canto. Mas somente boas idéias não nos levarão muito longe. Precisamos individualmente, nos responsabilizar por essas mudanças, abrindo nossos corações e mentes para novos conceitos, transformando nossos valores e incorporando ações que mudarão, inicialmente, nossas próprias vidas. Em um segundo momento, poderá ser tornar modelo e inspiração para outras pessoas. Nesse ponto poderemos então, proporcionar mudanças coletivas que logo refletirão no meio em que vivemos. Como Gandhi disse, "nós devemos ser a mudança que desejamos ver no mundo". Sendo assim, mudar o mundo, começa com mudarmos a nós mesmos. Eu, você, todos nós, somos os grandes responsáveis por essas mudanças acontecerem. Pense nisso! Até a próxima.
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