Por mais que eu adore fotografar uma bela mulher em grande produção, ou uma paisagem daquelas de cair o queixo, onde eu mais me sinto à vontade com uma câmera é pelas ruas da cidade, sem destino e sem pressa.
Setembro marca a trigésima edição da Photokina, feira mundial de fotografia realizada a cada dois anos em Colônia, na Alemanha. Como de hábito, muitos fabricantes revelam lançamentos ou protótipos nesta importante feira, o que se mostra revelador quanto às próximas tendências da tecnológica fotográfica.
Macro e close-up são termos, respectivamente em maior e menor grau, associados com imagens realizadas a pouca distância. Fala-se em macro quando a imagem fotográfica projetada sobre a superfície fotossensível tem tamanho igual ou maior que o do objeto fotografado. Close-up é a imagem que tem entre um décimo e o exato tamanho do correspondente objeto.
Difícil precisar a data da transição, mas em 2008 constata-se: antes regra, a fotografia por processo físico-químico é hoje exceção, executada apenas por apaixonados ou teimosos. O sistema digital não apenas ocupou este lugar, mas também ampliou o alcance da fotografia: numericamente, as câmeras fotográficas, “puras” ou combinadas com outros aparelhos, nunca foram tão populares.
Em se tratando de composição fotográfica, inevitável a lembrança da famosa “Regra dos Terços”. Tendo em vista esta regra, algumas das mais recentes câmeras digitais traçam linhas horizontais e verticais por sobre a imagem exibida no visor. Mas, afinal, em que consiste a tal regra e como utilizá-la?
Trata-se aqui dos dois tipos de câmeras mais vendidos. Mas o que diferencia uma câmera compacta de uma ultra-compacta? A rigor, o tamanho, sendo consideradas ultra-compactas as câmeras com menos de 1 polegada de espessura. Que outros fatores deve o fotógrafo levar em conta ao optar por uma ou outra categoria de câmera digital?
Amor ou ódio. Reações antagônicas causadas pelo Photoshop, quase um sinônimo para tratamento digital de imagens. Dois livros de uma mesma série colocam lado a lado visões distintas quanto ao tratamento digital de imagens. Marcos Kim, com modéstia e simpatia, mostra os benefícios do processamento de imagens em livro caro porém útil. Drausio Tuzzolo, sem meias palavras, denota o preconceito de alguns contra esses procedimentos em livro de alto preço e limitada utilidade didática.
Apesar da extrema praticidade de uso, uma das desvantagens do flash é a imprevisibilidade do resultado final, pois o flash é acionado apenas na captura da imagem, e não durante o enquadramento. Aí reside a grande vantagem da iluminação contínua sobre o flash: torna-se possível antever o resultado final, o que em muito facilita o posicionamento da iluminação em relação ao objeto a ser fotografado. Adicionalmente, a fotometria também é mais fácil e precisa.
Um problema sério observado na quase totalidade das câmeras digitais compactas é o elevado nível de ruído, tanto mais observável quanto maior a sensibilidade utilizada. Comparativamente, as câmeras SLR, mesmo as amadoras, apresentam um nível de ruído incomparavelmente mais baixo. Por quais motivos o indesejável ruído é um problema crônico das câmeras compactas? Por que o nível de ruído das SLR é tão menor?
Importante conhecer o comando de balanço de branco de uma câmera digital. Para aproveitar este controle ao máximo, é necessário entender, ainda que superficialmente, as características da luz visível. Não é demais ressaltar que o balanço de branco exerce um papel fundamental para a obtenção de cores as mais fiéis possíveis em nossas imagens, e que um incorreto balanço de branco pode arruinar uma fotografia.
Quem entra no mundo das câmeras SLR digitais logo ouve falar no fator de corte – em inglês, crop factor. As dúvidas do fotógrafo a respeito desse misterioso número não tardam a surgir. O que vem a ser o fator de corte? De que modo ele é calculado? Existe algum fator de corte ideal? Qual a diferença prática que se observa entre câmeras com diferentes valores para o fator de corte? Todas as câmeras de um determinado fabricante têm o mesmo fator de corte?
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Ricardo Montero é um santista radicado em São Paulo desde 1991. Graduado em Ciência da Computação e Direito, é fotógrafo por amor à luz e nos finais de semana vaga com sua câmera pelas ruas de São Paulo e de Santos. Mais Ricardo Montero pode ser visto em www.pbase.com/rickmoon/ e www.vidaseimagens.blogspot.com