O objetivo dessa editoria é debater não apenas o habitus jornalístico, e sim, discutí-lo como elemento essencial para a comunicação humana. Uma vez que, o jornalismo é responsável pela elaboração da esfera de visibilidade pública, esfera esta, responsável por agendar os temas a serem debatidos na e pela sociedade, a sua influência e papel é condição sine qua non, para entender a sociedade contemporânea.

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Em geral, existem dois objetivos quando alguém pensa em tornar-se um jornalista: mudar o mundo ou sagra-se um pop star. Entretanto, o jornalismo é um campo social, repleto de desafios, armadilhas, status e oportunidades.

 

Quais são esses desafios?

Armadilhas? Sim, postulante. Jornalismo é um campo minado, e acho melhor você continuar a visitar o OPS! Para descobrir como driblá-las.

Para descobrir as oportunidades, certamente você terá que assinar o feed ou, no mínimo tornar o OPS! sua página inicial, em navegador.

 

Ao pisar em uma redação, a decepção é inevitável: mudar o mundo parece impossível, ainda mais em estruturas estruturantes elaboradas para servir à interesses particulares. Informação não seria um direito fundamental do cidadão para compreender o que acontece no mundo, para que nele pudesse atuar? Nada disso, como disse Chatô “notícia é aquilo que fica entre os anúncios publicitários”.

Já virar pop star é mais fácil, porém com o enxugamento das redações, as vagas ficaram escassas. Mas, Mônica Veloso está aí, exemplo vivo das “estratégias” para “aparecer” na mídia. Tem aquele cabra da Veja, Diogo Mainardi, que veste-se com a armadura "acima do bem e do mal", e julga a tudo e a todos, sejam lá o que preciso fazer ele faz, até inventar boatos, atitude repudiada pelos jornalistas, para publicar a sua coluninha mensal. Os maus exemplos são inúmeros.

Contudo, o objetivo dessa editoria é debater não apenas o habitus jornalístico, e sim, discutí-lo como elemento essencial para a comunicação humana. Uma vez que, o jornalismo é responsável pela elaboração da esfera de visibilidade pública, esfera esta, responsável por agendar os temas a serem debatidos na sociedade, a sua influência e papel sócio-cultural é condição sine qua non, para entender a sociedade contemporânea.

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Por outro lado, no horizonte das oportunidades, a internet proporcionou uma nova possibilidade de “mudar” o jornalismo, não apenas alterar o suporte (impresso – digital), a linguagem (texto – hipertexto multimidiático) ou o perfil dos profissionais (escriba – gestor de informação). A rede mundial de computadores potencializa uma nova concepção do “fazer” jornalismo, novos modelos de negócios e novas relações de poder.

Como?

Descubra…