Negociando com os Mortos – parte 3
É preciso sentir algo enquanto a escrita é ação? Ou o sentimento que desprende do escrever é mera reação? Não importam as perguntas, mas dois fatos: 1) escrever produz sentimentos, eles estão ali enquanto as mãos tentam ser mais rápidas […]
Já vão três anos…
Esta semana se completam 3 anos de atividade d’O Pensador Selvagem. Oficialmente, as coisas começaram dia 9 de dezembro de 2007, com um editorial do Rafael Reinehr remetendo à noção de rizoma em Mil platôs, de Deleuze/Guattari. De lá pra […]
Chaïm Perelman: argumentação e exceção
Há muito tempo não me surpreeendia, mas aconteceu de novo. Aqueles que, como eu, pesquisam o estado de exceção ou a sociedade de controle, lêem Agamben, Foucault ou Deleuze, geralmente são acusados de paranóicos, de alucinarem a existência […]
Princípios da Física
Suponho que alguns leitores lendo os meus trabalhos devem se perguntar: “Para que é que isto serve?”. Pois bem: a Física é um vasto campo de aplicação da matemática não sendo difícil escolher casos interessantes. Vejamos por exemplo os princípios […]
Não existe CC competente!
Recente crise na FM Cultura de Porto Alegre (Fundação Piratini – leia) ocasionou a demissão do coordenador de programação, Walmor Sperinde. Tudo por causa do “anúncio da exoneração de 19 cargos comissionados (CCs) na última terça-feira (30)”. Em meio à […]
Ficha Limpa na Escola
Ficha Limpa na Escola Saiu no dia 01 de Dezembro de 2010, uma reportagem na Zero Hora intitulada “Ficha Limpa no Grêmio da Escola”. A reportagem fala a respeito das regras que são impostas aos estudantes […]
A hipocrisia da Educação
O governo Yeda alardeia o defic zero. Só não disse a custa do que fez isso, se é que realmente fez. Afinal, quem entende de contabilidade pública para confirmar? Eu não! Pois bem, matéria do jornal Zero Hora dessa quinta-feira, […]
Acerca dos multiterritórios
Os multiterritórios se assemelham a um grande e transbordante caldeirão de bruxa em intenso turbilhonamento, mistura da mistura em loop: “… orelha de cobra, pó de asa de morcego, com uma pitada de dedo de aranha” – é tudo […]
As asas do que não existe*
Morei satisfeito na minha meninice até os doze anos. Um período em que eu vivia amassado nas gavetas dentro do guarda-roupa rabiscando estórias desinteressantes sobre não ter doze anos. Minhas ideias mofaram assustadas durante muito tempo. Eu vestia […]
