Imaginez un homme au milieu de la Mésopotamie, il y a plus de cinq mille ans. Disons qu’il avait environ vingt-cinq ans, un corps musclé, de longs cheveux bruns, et que sa peau était dorée, tannée par des heures de […]
Tudo na minha cidade é novo e é moderno. Menos as relações sociais. Aí, na base, o que se ouve é a voz do Brasil arcaico, rústico, reacionário, escravocrata.
Quem é o supérfluo? A natureza não precisa de nós, ela sobrevive a despeito de nós, que nos esforçamos para destruí-la. Bico calado, muito cuidado, que o homem vem aí. O homem vem aí.
Apanhe-se um livro de contos de fadas – o dos irmãos Grimm, por exemplo – e a sensibilidade de século XXI será destroçada. É chocante a violência ali presente. O tempo certamente desbastou as narrativas que encontramos ali. Podemos supô-las […]
O ministro das relações exteriores é um menino azul. Prestei-me um desserviço e li seu discurso de posse. A vida é curta, e não deveria desperdiçar meu tempo com esse tipo de coisa. O menino azulado Ernesto Araújo faz bem […]
Não se verá momento melhor de se verificar no nosso cotidiano a tese de Roberto Schwarz – das ideias fora do lugar- do que no natal que se comemora no Brasil. Um festival completo dos absurdos mais atordoantes reunidos na […]
A tipografia é uma arte que, caso tudo tenha sido executado com excelência e rigor, passará despercebida. Quão melhor seja, mais invisível é. Uma definição clássica é a de que a tipografia serve para honrar seu conteúdo. Outra definição, mais […]
Em nossos dias do século XXI, temos experimentado a ambas as crises: a crise da imagem e a crise dos textos. A algaravia de informações e contrainformações é tão atordoante que abalou seriamente nossa capacidade de decifrar os códigos de imagem e de texto. A consequência disso é dramática.
Ricardo Darín pode te mostrar como sair dela “Mas pobre sonho o que só quer não tê-lo!Pobre esperança a de existir somente!Como quem passa a mão pelo cabelo.”Fernando Pessoa Uma das nossas necessidades mais essenciais é a segurança. Queremos segurança […]
O que seria de um deus que não conhecesse a ira, a vingança, a inveja, o desprezo, a artimanha, os atos violentos, que não tivesse conhecimento do ardor fascinante da aniquilação? (Nietzsche, em O Anticristo) A violência latente. A ameaça […]